5 dicas para seu pet viver mais e melhor – Vida longa aos animais

Com cuidados básicos e muito simples podemos garantir mais saúde e segurança. Veja abaixo mais 5 dicas para ter seu pet ao seu lado por um bom tempo.

1- De olho na balança

Cães e gatos acima ou abaixo do peso não são considerados saudáveis. Tanto em uma, como na outra situação, muitos problemas poderão surgir. A obesidade aumenta os riscos de problemas cardíacos e articulares. A desnutrição significa uma falta de vitaminas e proteínas que podem desencadear outras consequências.

2- Castrar ou não castrar: eis a questão!

Essa questão ainda é muito polêmica. Sabemos, no entanto, que a castração precoce diminui os riscos de tumores de mama e piometra em fêmeas. Além é claro, do controle populacional. Portanto, se não tiver a intenção de deixar descendentes do seu cão ou gato, converse com o Veterinário o quanto antes sobre este procedimento, que é simples, seguro e pode lhe poupar futuros problemas.

3- O animal ficou doente. E agora?

Essa questão é bastante importante, pois, não raramente, põe em risco a saúde de muitos cães e gatos. Se seu animal ficar doente, nada de seguir dicas caseiras ou usar o remédio que funcionou para o cão da vizinha. Os pets são bastante sensíveis e existe uma grande lista de contraindicações e remédios que não podem ser usados em animais. Além disso, uma doença que às vezes é simples pode tornar-se complicada se o proprietário não levar o animal rapidamente ao Veterinário. Muitos sinais que os animais apresentam não parecem ser de uma doença grave, aparentemente. Mas isso não é verdade. Sinais sutis como: perda de pelo, tosse, muita sede ou fome podem indicar problemas endócrinos, cardíacos, renais. Então, se quer manter uma boa saúde e garantir anos de vida a mais para seu bichinho de estimação, procure orientação do Veterinário e não espere os sintomas se agravarem, para que não seja tarde demais. Na dúvida, é melhor procurar a orientação correta. Um proprietário atento a sinais sutis (principalmente em gatos) tem mais chances de ver seu pet viver por mais tempo.

4- Eles são espertos, mas não podem ser deixados à própria sorte.

Eles sabem muito bem se virar sozinhos, conseguem encontrar comida e caçar, se preciso. Mas se sua intenção é cuidar de um animal, tenha em mente o conceito de posse responsável. Nada de deixar o animal passear sozinho pela rua, ele pode contrair várias doenças, brigar com outros animais e sair gravemente ferido, ou pior, pode ser atropelado e sofrer maus-tratos. E as conseqüências disso tudo podem ser as piores possíveis.

5- Qualidade de vida

Aqui estamos falando de algo muito abrangente. Ao decidir que vai ter um animal de estimação, é preciso pensar em todos os fatores citados acima e um pouco mais. É preciso qualidade de vida! Um animal precisa ter espaço, água e alimento de qualidade, segurança e lazer. É preciso dedicar parte do seu tempo para brincar com ele e lhe dar carinho e atenção. Isso também é qualidade de vida. E quando o seu animal já está idoso e não tão disposto assim, ainda que esteja doente, é possível oferecer qualidade de vida.

 

Vejam que são dicas extremamente simples, mas essenciais para quem quer que seu companheiro esteja por mais tempo com você em sua jornada. Se você decidir por um animal de estimação, ofereça o que puder para que ele tenha uma vida saudável e tranquila, assim, quando chegar a hora da partida, você saberá que embora sua vida seja mais curta, ela foi vivida com muito amor e cuidado e que certamente, ele foi eternamente grato a tudo que você fez.

2017-07-03T10:55:55+00:00

Veterinário alerta para os riscos da intoxicação alimentar em pets

Veterinário alerta para os riscos da intoxicação alimentar em pets.

Sabe aquela dorzinha ao ver o seu pet passando vontade por não compartilhar do momento de churrasco com você ou do restinho da janta? Então, o coração pode partir, mas é preferível que o pet não coma para evitar uma possível intoxicação alimentar, porque alguns alimentos são prejudiciais na dieta do animal. Orientar convidados e crianças, além de fazer uma vistoria nos locais de acesso dos cães, também faz parte dos cuidados.

De acordo com o veterinário, as intoxicações podem ser prevenidas através de uma boa alimentação. “Alimentar bem os animais pode proporcionar uma nutrição adequada ao animal ainda evitar o aparecimento de doenças oportunistas e também minimiza o risco da ingestão de patógenos, que podem levar a uma intoxicação alimentar”, afirma.

Ainda segundo ele, a conservação dos alimentos é um detalhe importante que deve ser observado pelos proprietários de um animal. “Existem diversas formas de formular uma dieta aos pets, desde que acompanhada por um bom nutricionista veterinário. É preciso que se utilize uma boa ração, e que esta esteja sempre bem armazenada. Outros alimentos, mesmo que sejam frutas e verduras, podem oferecer risco à alimentação dos pets se estiverem contaminadas, ou deterioradas”, argumenta.

Os sintomas de intoxicação alimentar podem variar de animal para animal, assim como o tratamento. Nos casos mais comuns, os bichinhos podem ter vômito, diarreia, salivação, prostração e inapetência. Alguns procedimentos podem ser feitos pelos especialistas para que os pets melhorem, conforme explica o veterinário.

“Não existe, assim como os sintomas, um tratamento fixo. Geralmente é comum a necessidade de fluidoterapia, utilização de antieméticos e protetores gástricos, além de repositores de flora, e, nos casos graves de infecções, a utilização de antibióticos”, explica.

Atenção aos sinais!

O veterinário explica que, caso o animal apresente dificuldade de ganho de peso e diarreia frequente, pode ser que o animal tenha contraído problemas mais sérios após ter se intoxicado com algum alimento.

“Dependendo da gravidade do quadro, o animal pode sofrer com uma síndrome de má absorção, causada quando há destruição das microvilosidades intestinais, onde pode o animal apresentar problemas de dificuldade de ganho de peso e diarreia”, alerta o veterinário.

2017-06-28T11:20:55+00:00

Drasil – Combate as náuseas e vômitos em cães

Hoje vamos falar sobre um remédio que nos ajudou muito no tratamento de nossa Poddle Bella, o medicamento se chama Drasil e é fabricado pela empresa Mundo Animal.

O Drasil é basicamente um medicamento que evita enjoo e vomito nos cães, ele é amplamente utilizado nos casos onde o seu cachorro fica tonto ao andar de carro por exemplo. Sendo que  a sua aplicação vai muito além de um simples enjoo, em caso de tratamentos onde o seu cachorro recebe medicamentos via oral o Drasil evita que ele regurgite ou vomite o remédio que tomou.

No nosso casso, Bella estava como uma gastroenterite e estava vomitando bastante, inclusive o próprio soro que foi prescrito (o pedialyte) , então orientado pela sua veterinária compramos o Drasil que te um preço de aproximadamente R$ 15,00 reais, esse preço varia muito entre as lojas veterinárias.

A ação do Drasil é bem rápida, segundo a veterinária ele age ainda na mucosa da boca  do animal e leva apenas alguns minutos para fazer efeito.

Então se seu cachorro apresentar alguns destes sintomas que vamos listar, o remédio Drasil será bastante recomendado:
– Se você perceber que seu cachorro está enjoado ou salivando muito;
– Lambendo muito os lábios;
– Lambendo o chão;
– Comendo Grama;
– Vomitando.

Em muitos casos o vômito pode ser sinal de alguma doença, então se seu pet está vomitando com muita frequência leve ele imediatamente ao veterinário, vomito excessivo não é normal.

Casos onde não se deve usar o Drasil:
Se você perceber que seu cachorro foi vítima de envenenamento ou comeu alguma planta venenosa, ou em situações onde o vômito venha acompanhado do sangue, isso também vale para as fezes, se tem sangue nas fezes não é recomendado dar o medicamento Drasil.

2017-06-16T12:12:30+00:00